Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

Nenhum olhar!

Afinal passei pela Bertrand do Amoreiras e decidi-me pelo livro "Nenhum olhar" de José Luís Peixoto. Há já algum tempo que ouvia falar deste escritor, e bem, por isso vou agora lê-lo e espero gostar.

Começa assim:

"Hoje o tempo não me enganou. Não se conhece uma aragem na tarde. O ar queima, como se fosse um bafo quente de lume, e não ar simples de respirar, como se a tarde não quisesse já morrer e começasse aqui a hora do calor. Não há nuvens, há riscos brancos, muito finos, desfiados de nuvens. E o céu, daqui, parece fresco, parece a água limpa de um açude. Penso: talvez o céu seja um mar grande de água doce e talvez a gente não ande debaixo do céu mas sim em cima dele; talvez a gente veja as coisas ao contrário e a terra seja como um céu e quando a gente morre, quando a gente morre, talvez a gente caia e se afunde no céu."

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publicado por Paula C. às 19:20
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